Michel Chapoutier e seu manifesto antiglobalização (as parcelas selecionadas)

Ouvi de Michel Chapoutier em 2007 (Wine Experience 2007, Nova York) que o vinho se faz no vinhedo. Quem ainda não ouviu esta declaração de algum enólogo? Pois, Chapoutier efetivamente acredita nisto (é o que me parece), pois há anos produz uma linha de vinhos chamada  Seléction Parcellaire na qual vem impressa a proveniência de origem e aí Chapoutier busca o DNA do terroir, um vinho que diga de onde veio. Vale degustar seu Côtes du Roussillon Bila Hâut 2009, corte de grenache, syrah e carignan, frutado, sedoso, especiarias e uma pimentinha no nariz por R$46,64 na sua importadora, a Mistral . E vale comparar com o Côtes du Rhône Belleruche Rouge 2009, muito rico, aveludado, saboroso, corte de grenache e syrah por acessíveis R$32,60 no site da Mistral.  São regiões distintas embora próximas e é possível comparar se realmente Chapoutier acredita no que diz ou se é mais um repetindo o costumeiro bordão…

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