Angelo Gaja, vinhos do deserto e o vinho italiano

Desde que estive em Colomé, Salta, Argentina, no ano passado, tenho engatilhada uma pergunta para Angelo Gaja que era ali esperado em questão de poucos dias. E ontem, durante o almoço oferecido pela Mistral a jornalistas no restaurante de Alex Atala, Dalva e Dito, aproveitei a oportunidade para lhe perguntar. A resposta foi mais ampla e mais interessante do que a pergunta: curioso, Angelo Gaja queria ver os vinhedos do deserto. E a partir daí este homem de cativante personalidade falou do trabalho do artesão do vinho que sabe buscar e fazer o melhor com o que tem em mãos. Um tema que também esteve presente na palestra que nos deu durante o almoço. Falou também do futuro – brilhante – do vinho italiano, pelo número de castas autóctones e pelo brilho de seus artesãos. Vale a pena conferir. Degustamos 6 vinhos Gaja, cada um deles com personalidade própria e tão cativante quanto o artesão que responde por eles. A destacar Ca’Marcanda DOC Bolgheri 2006 (quando visitei Ca’Marcanda degustei o 2004) e seu magnífico Brunello di Montalcino Sugarille.

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Wine writer.
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