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		<title>Uma vertical do mítico Ornellaia</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 16:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como se faz o vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Lunardi]]></category>
		<category><![CDATA[Bolgheri]]></category>
		<category><![CDATA[Tenuta dell'Ornellaia]]></category>
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		<category><![CDATA[vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Ornellaia é um mítico supertoscano, um bordeaux de Bolgheri que poucos têm a possibilidade de provar. Um Bordeaux mediterrâneo como destaca Alessandro Lunardi, diretor de marketing da Tenuta dell’Ornellaia para os Estados Unidos e em breve  para o Brasil, que &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2012/01/23/uma-vertical-do-mitico-ornellaia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1097&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-615.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1098" title="Ornellaia-615" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-615.jpg?w=300&#038;h=146" alt="" width="300" height="146" /></a>Ornellaia é um mítico supertoscano, um bordeaux de Bolgheri que poucos têm a possibilidade de provar.</p>
<p>Um Bordeaux mediterrâneo como destaca Alessandro Lunardi, diretor de marketing da Tenuta dell’Ornellaia para os Estados Unidos e em breve  para o Brasil, que ele visita em maio deste 2012.</p>
<p>Por sorte eu estava no lugar certo e no tempo certo para aproveitar esta rara oportunidade, que aconteceu ontem, dia 22 de janeiro, em seminário fechado da Boston Wine Expo. Eu já havia provado na própria  Tenuta dell’Ornellaia, em Bolgheri, anos atrás, quando lá estive.</p>
<p>Hoje Ornellaia conta com 92 hectares de vinhedos, com quatro variedades plantadas: cabernet sauvignon (a maior parte), merlot, cabernet franc  e petit verdot. A região não é propícia à sangiovese e é perfeita para as variedades bordalesas.</p>
<p>Quando indaguei a Alessandro Lunardi se houve alteração do  Ornellaia após a venda de Antinori à Frescobaldi, a resposta foi sucinta:  em 1996 o total da produção era de 26 mil garrafas ao ano. Após a venda à Frescobaldi, a produção caiu pela metade e introduziram um segundo vinho, o Le Serre Nuove dell’Ornellaia, nos padrões de segundo vinho dos grandes châteaux de Bordeaux.  Entretanto, Mister Lunardi, como se diz aqui, fez questão de frisar que Frescobaldi é uma questão financeira e a administração da Tenuta dell’Ornellaia se faz na Tenuta. E os vinhos tampouco se devem ao enólogo, pois Ornellaia já teve diversos winemakers.  Ornellaia é um vinho de terroir.  Alessandro Lunardi concedeu-me uma entrevista em vídeo no meu site (que assim que forem feitos os ajuste estará aqui no enoblogs), confira em: <a href="http://www.vinhoegastronomia.com.br">www.vinhoegastronomia.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois vamos à degustação. Eram seis Ornellaias para degustar e aqui estão apresentados na ordem da degustação.</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-galeria-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1100" title="ornellaia-galeria-1" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-galeria-1.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Le Volte dell’Ornellaia 2009 Toscana IGT</strong></p>
<p>Corte de 50% merlot, 30% sangiovese e 20% cabernet sauvignon.</p>
<p>Nos EUA custa ao consumidor US$20 e você encontra nos bons supermercados.<strong></strong></p>
<p><strong>Notas de degustação</strong>: A sangiovese é comprada. É um vinho para o dia-a-dia, boa acidez, bons taninos, saboroso, companheiro da comida e da conversa boa com os amigos. Aromas intensos frutados e de especiarias e sem traço de fruta ultra madura. Sedoso no palato, bem equilibrado.</p>
<p><strong>Condições climáticas e de vinificação</strong>: Maturação precoce por questões do clima, principalmente a merlot e a colheita começou mais cedo, início de agosto.  As castas são fermentadas separadamente em pequenos tanques de inox para manter intacta a característica da cepa. A malolática segue também em inox. O vinho envelhece por 10 meses em barricas pequenas de carvalho francês de terceiro uso, 2 a 4 anos de idade, que já serviram ao grande Ornellaia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Le Serre Nuove dell’Ornellaia 2009 Bolgheri DOC Rosso</strong></p>
<p>Corte de 54% merlot, 31% cabernet sauvignon, 5% cabernet franc e 10% petit verdot.</p>
<p>Tem o DNA, o pedigree e uma textura em boca similar ao Ornellaia. Nos EUA, preço a consumidor por US$55.</p>
<p><strong>Notas de degustação</strong>: É o segundo vinho da casa, nos moldes dos segundos vinhos de chateaux de Bordeaux.  Este da safra 2009 é o primeiro com predominância de merlot.</p>
<p>Aroma intenso de fruta negra madura (como, aliás, se verá nos demais dos outros anos), na verdade uma geléia de fruta e um nada de especiarias. No palato, redondo, cremoso, muito saboroso. Taninos finos, boa acidez (não tão pronunciada quanto o Le Volte com os 30% de sangiovese). Um pouco mais alcoólico que o Le Volte, mas equilibrado e de longa persistência. Um segundo vinho que sai de primeira, uma beleza.</p>
<p><strong>Condições climáticas e de vinificação</strong>: condições climáticas iguais ao vinho anterior da mesma safra.</p>
<p><strong>A vinificação</strong>: as uvas são colhidas em cestas de 15 kg e selecionadas à mão antes e depois da destemming (retirada dos galhos) e passam por uma delicada prensa. Cada casta de cada parcela é vinificada separadamente. Fermentação primária em inox a 26ºC e 30ºC por uma semana, seguida por maceração de 10 a 15 dias. A fermentação malolática começa em inox e se completa após o vinho passar a barricas (sempre francesas) 25% novas e 75% de um ano de idade. O vinho permaneceu nas barricas em temperatura controlada por volta de 15 meses. Após os 12 primeiros meses, castas e parcelas são reunidas e retornaram às barricas para mais 3 meses. Após engarrafamento o vinho envelheceu mais 6 meses antes de ir a mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2008.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1101" title="ornellaia-2008" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2008.jpg?w=194&#038;h=300" alt="" width="194" height="300" /></a></p>
<p><strong>Ornellaia 2008 Bolgheri DOC Superiore</strong></p>
<p>Corte de 54% cabernet sauvignon, 27% merlot, 16% cabernet franc e 3% petit verdot.</p>
<p>Preço no mercado americano por volta de US$200.</p>
<p><strong>Notas de degustação</strong>: No visual é intenso e profundo rubi. No nariz frutas bem maduras, notas balsâmicas e de tabaco com traços de ervas mediterrâneas, ou mesmo provençais. Um vinho intenso, raçudo e vigoroso, profundo e complexo de longa persistência.  Taninos poderosos, mas finos, sedosos. Grande potencial de guarda.</p>
<p><strong>Condições climáticas e de vinificação</strong>: 2008 foi um ano frio, primavera chuvosa e as chuvas acabaram reduzindo a produção da vinha. Verão quente colaborou para uma satisfatória maturação. A maturação da  cabernet sauvignon foi favorecida com a melhora das condições climáticas por conta de seu amadurecimento mais tardio.</p>
<p><strong>A vinificação</strong>: idêntica a do Le Serre, à diferença de que a fermentação malolática ocorreu primeiramente em barricas de carvalho, 70% novas, 30% usadas apenas uma vez. O vinho permaneceu em barricas por 20 meses. Após os 12 primeiros meses, castas e parcelas são reunidas e retornaram às barricas por mais 8 meses. Após engarrafamento o vinho envelheceu mais 10 meses antes de ser liberado para o mercado.</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2007.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1102" title="ornellaia-2007" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2007.jpg?w=179&#038;h=300" alt="" width="179" height="300" /></a></p>
<p><strong>Ornellaia 2007</strong> <strong>Bolgheri DOC Superiore</strong></p>
<p>Corte 55% cabernet sauvignon, 27% merlot, 14% cabernet franc e 4% petit verdot.</p>
<p>Preço no mercado americano por volta de US$200.</p>
<p><strong>Notas de degustação</strong>: um vinho fácil de beber. Tem a vibração e a acidez que acompanham um bom papo e a refeição. Provavelmente por efeito do ano mais frio.</p>
<p>No nariz, um frutado equilibrado, carvalho e especiarias com notas balsâmicas. Na boca é veludo; cremoso, redondo,  luxuriante, embora mais magro do que o Ornellaia 2008. Taninos muito macios, persistente. Um vinho fácil de amar e de recomendar.</p>
<p><strong>Condições climáticas e de vinificação</strong>: 2007 foi mais frio e menos chuvoso do que 2008. Com um setembro perfeito para fazer uma maturação adequadamente vagarosa, maturação consistente sem excessos.</p>
<p><strong>A vinificação</strong>: idêntica a do Le Serre, à diferença de que a fermentação malolática ocorre primeiramente em barricas de carvalho, 70% novas, 30% usadas apenas uma vez. O vinho permaneceu em barricas por 18 meses. Após os 12 primeiros meses, castas e parcelas são reunidas e retornaram às barricas por mais 6 meses. Após engarrafamento o vinho envelheceu mais 12 meses antes de ser enviado ao mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2005.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1103" title="ornellaia-2005" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2005.jpg?w=161&#038;h=300" alt="" width="161" height="300" /></a></p>
<p><strong>Ornellaia 2005</strong> <strong>Bolgheri DOC Superiore</strong></p>
<p>Corte 60% cabernet sauvignon, 22% merlot, 14% cabernet franc e 4% petit verdot.</p>
<p>Preço no mercado americano por volta de US$200.</p>
<p><strong>Notas de degustação</strong>: Um vinhaço austero, pungente no nariz. Na verdade, no primeiro momento, quando comecei  a comparar os aromas taça por taça, os aromas deste Ornallaia 2005 eram um escândalo de tanta fruta madura e geléia de fruta. Mais tarde acalmaram (os vinhos já estavam servidos nas taças pelo menos 30 minutos antes de iniciar a degustação propriamente dita).</p>
<p>Rubi profundo e brilhante no visual. É um vinho austero, refinado e elegante. Os aromas, após o tsunami aromático inicial, se mostraram então complexos e frescos com notas balsâmicas e de tabaco. No palato, sedoso, mas austero, mais evoluído, puro e afiado.</p>
<p>Efetivamente muito elegante, com uma elegância sóbria. Mais elegante do que o Ornellaia 2008, que ainda é jovem, vamos dar um desconto aos adolescentes.</p>
<p><strong>Condições climáticas e de vinificação</strong>: 2005 foi um ano bem mais frio, com os meses e o tempo favorecendo as vinhas. Já em agosto se previa uma safra grande em qualidade, o que se confirmou depois.</p>
<p><strong>A vinificação</strong>: idêntica a do Le Serre, à diferença de que a fermentação malolática ocorre primeiramente em barricas de carvalho, 70% novas, 30% usadas apenas uma vez. O vinho permaneceu em barricas por 18 meses. Após os 12 primeiros meses, castas e parcelas são reunidas e retornaram às barricas por mais 6 meses. Após engarrafamento o vinho envelheceu mais 12 meses antes de ir a mercado.</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2001.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1104" title="ornellaia-2001" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/ornellaia-2001.jpg?w=204&#038;h=300" alt="" width="204" height="300" /></a></p>
<p><strong>Ornellaia 2001</strong> <strong>Bolgheri DOC Superiore</strong></p>
<p>Corte 65% cabernet sauvignon, 30% merlot, 5% cabernet franc.</p>
<p>Preço no mercado americano: nem tem preço, uma raridade. Como diz Alessandro Lunardi no vídeo, um presente especial poder degustar o Ornellaia 2001.</p>
<p><strong>Notas de degustação</strong>: é o mais elegante deles todos. Visual evoluído, mas apenas ligeiramente atijolado. Aromas de frutas negras e vermelhas maduras, complexo. No palato, evoluído, elegante, macio, com taninos ainda presentes, mas muito bem integrados e suaves. Bom corpo e estrutura e looooooonga persistência. Um belíssimo vinho.</p>
<p><strong>Condições climáticas e de vinificação</strong>: 2001 com inverno de temperaturas amenas e poucas chuvas. Boas condições para as uvas desenvolverem uniformemente.  foi um ano bem mais frio, com os meses e o tempo favorecendo as vinhas. Já em agosto se previa uma safra grande em qualidade, o que se confirmou depois.</p>
<p><strong>A vinificação</strong>: idêntica a do Le Serre, à diferença de que a fermentação alcoólica aconteceu parcialmente em fermentadores de madeira de média capacidade e parte em tanques de aço inox de temperatura não superior a 30ºC. Cada cepa e parcela vinificada separadamente. A maceração pós fermentação durou em média 25 a 30 dias, após o que o vinho foi transferido para barricas francesas, 70% novas, 30% usadas apenas uma vez. A fermentação malolática se completou nas barricas.  O vinho permaneceu em barricas por 18 meses a temperatura controlada. Após os 12 primeiros meses, castas e parcelas foram reunidas num máster blend e o vinho reintroduzido às barricas e ali ficou por mais 6 meses. Após engarrafamento o vinho envelheceu mais 12 meses antes de ir a mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A degustação foi realmente excelente e teve apenas um defeito: as taças poderiam ser melhores para um vinho desta qualidade.</p>
<p>Ao sair da sala, coloquei mais um tanto do Ornellaia 2001 na taça para levar para minha carona, que me esperava lá fora. À saída, antes de eu deixar o prédio , o guarda me segurou: o que você tem aí? , perguntou entre amável e enérgico. Vinho, claro. Aí eu soube o que eu já sabia, mas não queria lembrar: é ilegal em Massachussetts sair com bebida na mão. Com muito pesar, entornei a taça em três goles de um vinho que merecia ser bebido, saboreado com muita calma e atenção.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1097/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1097/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1097/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1097/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1097/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1097/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1097/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1097/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1097/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1097/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1097/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1097/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1097/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1097/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1097&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Os vinhos cheios de risco do Domaine Marcel Deiss</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 00:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como se faz o vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Alsácia]]></category>
		<category><![CDATA[biodinâmico]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Michel Deiss]]></category>
		<category><![CDATA[Marcel Deiss]]></category>
		<category><![CDATA[riesling]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcel Deiss, Vinhos que celebram a diversidade e a pluralidade da natureza Silvia Cintra Franco &#160; Foi por conta dos fantásticos rieslings do Domaine Marcel Deiss que fui à Alsácia. Seus brancos – rieslings, gewurztraminer e pinot blanc &#8211; têm &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2012/01/22/os-vinhos-cheios-de-risco-do-domaine-marcel-deiss/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1091&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/deiss1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1092" title="Deiss1" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/deiss1.jpg?w=300&#038;h=175" alt="" width="300" height="175" /></a>Marcel Deiss, Vinhos que celebram a diversidade e a pluralidade da natureza</strong></p>
<p>Silvia Cintra Franco</p>
<p>&nbsp;<br />
Foi por conta dos fantásticos rieslings do <strong>Domaine Marcel Deiss</strong> que fui à Alsácia. Seus brancos – rieslings, gewurztraminer e pinot blanc &#8211; têm algo especial, uma cremosidade de um lado e uma salinidade e mineralidade de outro que os tornam verdadeiramente especiais. E os proprietários <strong>Jean-Michel Deiss</strong> e a esposa, <strong>Marie-Hèlène</strong>, fazem questão de destacar que fazem vinhos de terroir, grandes vinhos de terroir. E fazem mesmo, sem medo de correr riscos para fazê-los.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cheguei em plena época da colheita (setembro/2011), portanto com todo o mundo trabalhando freneticamente. Na cantina, lá estava Jean-Michel Deiss, o homem por trás do Domaine Marcel Deiss manobrando, febril e habilmente, um pequeno trator. Os potiches, as caçambas amarelas que se vêem no vídeo, estavam cheias de pinot blanc, recém colhidas e selecionadas.</p>
<p>Conheça Jean-Michel e Marie-Hèlène Deiss e o que eles pensam no vídeo. Jean-Michel é uma figura carismática, cheia de vigor e energia. Confira! ( o vídeo se encontra no meu website que está em ajustes para em breve integrar o enoblogs. Está com legendas em português.  Por favor, acesse o vídeo em <a href="http://www.vinhoegastronomia.com.br">www.vinhoegastronomia.com.br</a> )</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/jean-michel-deiss.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1093" title="Jean-Michel-Deiss" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2012/01/jean-michel-deiss.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>Domaine Marcel Deiss</strong> é uma vinícola que é uma ode à diversidade e à pluralidade da natureza. Onde as indústrias buscam o vinho coca-cola, os Deiss buscam a expressão do terroir mesmo que este venha com defeito de origem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marie-Hèlène Deiss</strong> – que eu já conhecia do Encontro Mistral em São Paulo, &#8211; me diz que, em Marcel Deiss, o vinho se faz com uvas, <strong>totalmente biodinâmico</strong>, nada de química. Prensagens pneumáticas, suaves, longas, sem quebrar a pele da uva. Confira no vídeo o que Marie-Hèlène fala.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Uma vinificação sem padronização e cheia de riscos</strong></p>
<p>As uvas prensadas seguem para a fermentação com leveduras selvagens, cheias de risco, nada de comprar no mercado as leveduras e as enzimas.</p>
<p><strong>Jean-Michel</strong> prefere correr o risco. E como diz, com a diversidade de terroir que eles têm, ali não se pratica uma vinificação padronizada, usando a mesma cadeia tecnológica para todos os vinhos. Por isso, no domaine Marcel Deiss a data de colheita, escolha de cuba (madeira ou inox), temperatura de fermentação etc. depende do terroir.</p>
<p>Para Jean-Michel, “<strong><em>o grande vinho é, antes de tudo, o resultado de um risco que se correu e sem o qual não se fazem grandes coisas. Sem risco, nada de liberdade, sem liberdade, nada de criação</em></strong>”.</p>
<p>Afinal para quem produz apenas 10 mil caixas ao ano de uma dúzia de vinhos o risco é grande, mas o amor à perfeição da natureza é ainda maior. Marie-Hèlène me diz que não há perfeição na natureza (perfeito é o plástico, penso eu, lisinho e sem conflitos), por isso os vinhos de Marcel Deiss expressam a natureza e trazem dali algum defeito bem natural&#8230;</p>
<p>Michel Deiss não filtra o suco antes de seguir para a fermentação, pois sabe que a filtragem vai retirar o que há de mais interessante que vem do terroir. Portanto, o suco da uva segue para fermentar junto com a casca e demais componentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os vinhos</strong></p>
<p>Degustei toda a linha de vinhos da Marcel Deiss, um prazer! E a primeira coisa que Marie-Hèlène me revela é que suas parcelas de vinhedos têm as cepas todas misturadas, é um <strong><em>melangé</em></strong> danado. Assim são seus brancos. Muitos deles feitos de podridão nobre, embora não sejam colheita tardia.</p>
<p>Os vinhos que mais me encantaram foram os que traziam uma salinidade expressiva, fruto do calcário, como o <strong>Mambourg Grand Cru</strong>, um vinhaço com personalidade, caráter e idiossincrasias, para se tomar de joelhos. Ali o respeito pelo terroir não é retórico nem peça de propaganda, é real. E tem mais: seus vinhos, mesmo que sejam do mesmo tipo de uva, diferem entre si porque vêm de diferentes terroirs. Marcel Deiss faz vinhos para gourmets!</p>
<p>Foi <strong>Ciro Lilla</strong> da <strong>Mistral</strong> e o <strong>Brasil</strong>, me diz Marie-Hèlène Deiss, o primeiro a importar seus vinhos há 25 anos, pela simples razão de que os amava. Agora toda a crítica elogia os vinhos de Marcel Deiss. Recentemente a <strong>Revue du Vin de France</strong>  (nov/2011) conferiu 18 pontos em 20 para o Burg Marcel Deiss. Uma prova de que há mais de 25 anos Ciro Lilla só importa o que importa, com perdão do trocadilho.</p>
<p><strong>Os vinhos frutados – <em> vin d’um instant</em>, vinhos do instante, castas tradicionais da Alsácia em terrenos comunais</strong></p>
<p><strong>Pinot Blanc d’Alsace 2010 de Bergheim</strong> é amplo e frutado, bela acidez, complexo, untuoso e cremoso na boca. E muita finesse e elegância. As uvas que se vêem no vídeo são pinot blanc, do mesmo terroir de onde vem este saboroso Pinot Blanc. R$80 na Mistral.</p>
<p><strong>Gewurztraminer 2005 de St Hippolyte</strong> é um vinho explosivo, intenso, equilibrado, luxurioso. E não é um colheita tardia, embora seja feito com uvas que sofreram a chamada podridão nobre.</p>
<p><strong>Vinhos frutados de apelação Grand Cru</strong></p>
<p><strong>Riesling 2009 de Altenberg de Bergheim Grand Cru</strong> tem uma acidez bela e madura e uma mineralidade muito fina. Um toque de petróleo. Este terroir faz vinhos desde o século XII, cujos textos da época já exaltavam sua excepcionalidade. Uma beleza de riesling que pode esperar pelo menos mais 10 anos para ser bebido. Mas quem diz onde estaremos daqui a 10 anos? Beba já, pois está magnífico. Por R$122 na Mistral.</p>
<p><strong>Os vinhos de terroir – espelho da paisagem</strong></p>
<p><strong>Burlemberg 2005 Premier Cru</strong> é um pinot noir de bela e forte personalidade, reflexo do terroir especial. Aromas frutados, fundo de boca de húmus e frutas de bosque. O solo é calcário e levemente vulcânico. Certamente daí a personalidade vulcânica deste vinhaço.</p>
<p><strong>Rotenberg 2007 Premier Cru</strong> é um branco muito sedutor, de riesling e pinot gris com um aroma que entra na alma. Cítrico, com muita estrutura. Saboroso, carnudo e aveludado.</p>
<p>Recomendo os seguintes Grand Crus, embora não estejam no Brasil: <strong>Langenberg</strong> um vinho floral para verão e primavera, perfeito para sushi e pratos crus. <strong>Burg</strong>, possante e mineral. <strong>Mambourg</strong> de forte salinidade, extra seco, volumoso e redondo em boca. <strong>Altenberg</strong> com um confit delicioso, rico e elegante. <strong>Schoenenbourg</strong> macio, rico, mineralidade delicada, esotérico. E eu não sou nada esotérica, mas o vinho é.</p>
<p>Os vinhos de Jean-Michel Deiss são efetivamente únicos e singulares. Da mesma cepa, mesma vinícola e tão diferentes entre si, por refletirem as diferenças de terroir. Uma vinificação cheia de riscos, mas na taça logo se sente que valeu a pena!</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1091/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1091&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O segredo das barricas. Veja como são feitas!</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 12:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como se faz o vinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[barrica]]></category>
		<category><![CDATA[François Freres]]></category>
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		<description><![CDATA[A barrica é há dois mil anos símbolo de vinho. Foram os gauleses que a inventaram ainda antes da era cristã para transportar o vinho. Uma invenção genial, pois o tempo passou e a barrica segue praticamente igual. O que &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/11/16/o-segredo-das-barricas-veja-como-sao-feitas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1088&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/barrica3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1089" title="barrica3" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/barrica3.jpg?w=300&#038;h=282" alt="" width="300" height="282" /></a>A barrica é há dois mil anos símbolo de vinho. Foram os<br />
gauleses que a inventaram ainda antes da era cristã para transportar o vinho.</p>
<p>Uma invenção genial, pois o tempo passou e a barrica segue<br />
praticamente igual. O que evoluiu não foi a forma do continente (a barrica),<br />
mas a função. Inicialmente projetada pera transporte do vinho, hoje faz parte<br />
da “receita” de um vinho longevo de taninos macios.</p>
<p>Entretanto, lá pelos anos 80, enólogos ansiosos por agradar<br />
críticos como o americano Robert Parker, fã de carteirinha de vinhos<br />
amadeirados, e cujas notas têm o dom de vender todo o estoque, esses enólogos passaram<br />
a usar e  abusar da madeira, ou seja, da barrica.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/11/16/o-segredo-das-barricas-veja-como-sao-feitas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/PMejKwCFhWo/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Porém, há que recordar, a madeira da barrica tem por função<br />
hoje amansar os taninos dos vinhos e dar-lhes estrutura. Algo próximo do<br />
tempero e do sal na cozinha. Há quem a use com discernimento, mas há também quem<br />
carregue na madeira, seja por inaptidão, seja para encobrir os defeitos do<br />
vinho.</p>
<p>Desconfie dos vinhos muito amadeirados, afinal ninguém quer<br />
beber suco de sarrafo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ascensão da barrica<br />
de continente a conteúdo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No fim dos anos 70, a indústria do cognac começou a viver<br />
dias de crise. E a queda do cognac levou de roldão a indústria das barricas que<br />
faziam toda a diferença na elaboração desta bebida. As barricas também eram<br />
vendidas para viticultores, mas era um mercado pequeno, pois as barricas eram<br />
vistas mais como um acessório.</p>
<p>Diante do emagrecimento do mercado de cognac, os toneleiros<br />
de Cognac buscaram alternativas e financiaram pesquisas na Universidade de<br />
Enologia de Bordeaux. os toneleiros de Cognac buscaram alternativas e<br />
financiaram pesquisas na Universidade de Enologia de Bordeaux para analisar o<br />
papel das barricas na maturação dos vinhos. E aí se deu a revolução como bem<br />
coloca Clément Matry na Revue du Vin de France (Hors-série nº 19H). A barrica<br />
muda de status e torna-se um elemento central no processo de fermentação e<br />
maturação dos vinhos. Vinhos redondos, marcados pela madeira ganham o mercado,<br />
e este estilo de vinho permanece até os dias de hoje.</p>
<p><strong>O resultado<br />
científico das pesquisas financiadas pelos toneleiros</strong></p>
<p><strong>O carvalho Cécile</strong></p>
<p>Hoje os toneleiros sabem que os melhores chênes, carvalhos,<br />
vêm de solos pobres e drenados que possibilitam um crescimento lento da árvore.<br />
Apenas uma variedade de carvalho é adequada à barrica de vinho: a Cécile.<br />
Terroirs apropriados são os que produzem o Tronçais (Allier), as florestas de<br />
Sarthe e as de Vosges, assim como as da Hungria e dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A secagem da madeira</strong></p>
<p>Após o corte, a talhas de madeira, ou pranchas que vão<br />
formar a barrica , são colocadas para secar ao ar livre durante um a três ou<br />
quatro anos, conforme o pedido do cliente. A Joseph Drouhin de Borgonha<br />
seleciona as árvores e trabalha com pranchas que secaram três anos, aliás a<br />
média da maioria dos domaines. Neste período, a madeira fica exposta ao sol, à<br />
chuva e intempéries para secar e transpirar seus taninos. Ah, sim, vale<br />
recordar, a madeira tem taninos assim como frutas negras etc.  Cada tonelaria tem seu próprio método de<br />
secagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O cozimento dos fûts,<br />
tonéis</strong></p>
<p>A barrica é montada – como se pode ver no vídeo – a partir<br />
de uma cinta e passa por um fogo para moldá-la à sua forma. As pranchas<br />
reunidas na cinta são molhadas para que se flexibilizem e encurvem junto ao<br />
calor e não se quebrem. Confira no vídeo. Em seguida, passa por uma fase de<br />
“cozimento”, a brûlage para que a barrica libere aromas em função do tempo de<br />
brûlage. Algo que depende do pedido do cliente. O cozimento lento é vital para<br />
as sutilezas de aromas. É o 80% do trabalho do toneleiro.</p>
<p><strong>O cozimento: fraco,<br />
médio, médio forte e forte</strong></p>
<p>Se o cozimento é fraco, a madeira vai dar notas de baunilha.<br />
Observe nos próximos vinhos que beber se há notas de baunilha. Elas vêm da<br />
madeira.</p>
<p>Se o cozimento é forte, obtêm-se notas de torrefação,<br />
tostado, defumado.</p>
<p>Naturalmente, um cozimento fraco em Sylvain (Libourne) será<br />
diverso de um cozimento fraco na tonelaria François Frères (Saint Romain,<br />
Borgonha) onde eu estive e pude gravar este vídeo. É a François Frères quem faz<br />
as barricas do Domaine Romanée Conti e deixa a madeira destinada ao DRC secando<br />
por quase seis anos.  Graças a esses seis<br />
anos a madeira, as barricas novas do Romanée Conti (onde o vinho será mantido<br />
integralmente) não vão transmitir muitos aromas ao vinho, os quais hão de<br />
conservar toda sua famosa elegância e <em>finesse</em>.</p>
<p>O enólogo é o chef e o cozinheiro. Se for habilidoso, o uso<br />
da barrica é um sucesso. Se o vinho não conseguir produzir um bom vinho,<br />
crtamente há de usar a madeira para mascarar os defeitos.</p>
<p>As barricas hoje são produzidas sob medida conforme o pedido<br />
dos clientes, que geralmente fazem um blend de barricas diversas de toneleiros<br />
diferentes.</p>
<p>Hoje em dia já vão saindo de moda os vinhos muito<br />
amadeirados, os chamados sucos de sarrafo. Os enólogos pedem barricas de menor<br />
cozimento, pois buscam uma presença discreta da madeira. Além disso, pode-se<br />
usar barrica nova ou de segundo e mesmo de terceiro uso. Afinal, uma barrica<br />
não sai por menos de 600 €! E elas abrigam em geral não muito mais do que 228<br />
litros. Para uma cantina que produz centenas de milhares de garrafas de vinho,<br />
quanto não sairia se ela usasse como diz barrica de primeiro uso&#8230;</p>
<p><strong>A surpresa</strong></p>
<p>Somente 2% dos vinhos do mundo inteiro passam por barrica.<br />
Uma surpresa, não? O restante 98% dos vinhos recebe chips de madeira (como<br />
sachês de chá) ou licores de madeira etc&#8230;</p>
<p>É fácil entender o preço da barrica quando se v~e no vídeo<br />
quão artesanal ainda é sua produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1088/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1088/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1088/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1088/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1088/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1088/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1088/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1088/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1088/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1088/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1088/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1088/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1088/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1088/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1088&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vinhos Ícones do Chile</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 11:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Chile, esse país que se estende ao longo do Pacífico, uma faixa fina de terra resguardada por uma muralha de montanhas e gelo, os Andes, tem uma diversidade de solos e climas de fazer inveja a qualquer país, deste &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/11/15/vinhos-icones-do-chile/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1085&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/icone-chile.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1086" title="icone-chile" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/icone-chile.jpg?w=300&#038;h=282" alt="" width="300" height="282" /></a>O Chile, esse país que se estende ao longo do Pacífico, uma faixa<br />
fina de terra resguardada por uma muralha de montanhas e gelo, os Andes,<br />
tem uma diversidade de solos e climas de fazer inveja a qualquer país,<br />
deste ou de outro continente.</p>
<p>Ali em se plantando vinha, como diria Caminha, tudo dá: carmènere?<br />
Fazem os melhores. Syrah? Fantásticos! Cabernet Sauvignon ou bordalês?<br />
Excelentes! Sauvignon Blanc? Ganharam o prêmio de melhor sauvignon blanc<br />
do mundo em 2010, mais exatamente, a Casa Marin levou o prêmio da<br />
britânica Decanter. E a complicada pinot noir? Também fazem e muito<br />
bons.</p>
<p>Se uvas fossem time de futebol, o Chile tem craque para todas as posições. Por isto, Vinho e Gastronomia selecionou o <strong>Caballo Loco nº12</strong> &#8211; outro ícone do Chile &#8211; para sortear entre os cadastrados para receber sua newsletter. Aproveite e participe! (<a href="http://www.vinhoegastronomia.com.br">www.vinhoegastronomia.com.br</a>)</p>
<p>A <strong>Wines of Chile </strong>organizou na semana passada um<br />
evento para apresentar alguns de seus vinhos ícones. Como são muitos, o<br />
consultor Carlos Cabral e o sommelier Manoel Beato escolheram 19 entre<br />
40 rótulos. Difícil tarefa da qual se saíram bem, como sempre.</p>
<p>&#8220;<em>Ícone é atestado de competência do enólogo</em>&#8221; destaca Carlos<br />
Cabral. Eu diria que o ícone é uma espécie de Academia Brasileira de<br />
Letras ou Hall da Fama, onde somente entram e permanecem vinhos que ano<br />
após ano provam a qualidade.</p>
<h3><strong>Ícones Míticos</strong></h3>
<p><strong>Don Melchior 2007 Concha y Toro</strong>, de Puente Alto, um<br />
cabernet sauvignon com 2% de cabernet franc. É um ícone mítico, grande<br />
vinho. Macio, harmonioso, complexo, bem estruturado e muito elegante.<br />
Saboroso. R$ 410.</p>
<p><strong>Domus Aurea 2007 da Viña Quebrada de Macul</strong> nas<br />
encostas da Cordilheira no Alto Macul (Vale do Maipo). Um bordalês<br />
(cabernet sauvignon, merlot e cabernet franc) fino, elegante, imponente<br />
com texturas redondas na boca. Final potente  com notas herbáceas e um<br />
cacau no final. R$ 230.</p>
<p><strong>Microterroir Carmenere 2006 Casa Silva</strong> é o único<br />
ícone chileno 100% carmenere elaborado pelo talentoso Mario Geisse que<br />
produz no Brasil um excelente espumante. Magnífico, uma carícia no<br />
palato, toques herbáceos, mentolado, frutas vermelhas e negras. Bela<br />
persistência. R$ 299</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ícones BB (Bons e Baratos)</h3>
<p><strong>Syrah Reserva Viña Falernia</strong> um típico syrah, aromas de pimentas negras, bom nariz, e boa boca, sedoso. R$ 69</p>
<p><strong>Erasmo 2005 da Reserva de Caliboro</strong>, vinícola do<br />
Conde Cinzano no Chile (Vale do Maule). Um bordalês envolvente, toques<br />
de torrefação, cacau e café, saboroso e elegante por acessíveis R$99.</p>
<p><strong>Haras Elegance 2007 da Haras de Pirque</strong> um cabernet<br />
sauvignon com syrah e cabernet franc muito macio e elegante, herbáceo<br />
com hortelã, especiarias e canela. Bastante fruta e boa acidez apesar<br />
dos 16 meses em carvalho.  Uma excelente relação preço qualidade. R$138.</p>
<p><strong>Eclat Botrytis Semillon 2007 Valdivieso</strong> é um late<br />
harvest de sobremesa ou de entrada, para acompanhar um queijo azul ou<br />
roquefort ou foie gras. Untuoso e equilibrado, alia acidez à doçura.<br />
Notas cítricas e de frutas brancas. Como todo bom ícone para guardar ou<br />
beber já. R$116</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ícones que fogem da mesmice</h3>
<p><strong>Chaski Petit Verdot 2008 Pérez Cruz</strong> vinho fácil de<br />
amar. Elegante como a própria vinícola: as notas de ervas de Provence<br />
sobressaem. Toques de mentolado, sedoso, mineral, fresco e elegante. R$<br />
140</p>
<p><strong>Coyam 2009 Emiliana</strong> é vinho orgânico, interessante,<br />
instigante mesmo. Também pudera: cabernet sauvignon, carmenere, malbec,<br />
merlot, mouvedre e 34% de syrah. Frutas negras maduras, defumado,<br />
mineralidade,  corpo redondo. R$120</p>
<p><strong>Don 2008 Santa Helena</strong> um cabernet sauvignon com uma<br />
saliente petit verdot (15%). Estruturado e complexo, foge do caminho<br />
comum graças à petit verdot. Aroma cativante e pura seda na boca. R$245</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mais Ícones</h3>
<p><strong>Payen 2007 da Tabalí</strong> é um syrah com muita fruta madura, ótimo na boca, equilibrado e fino. R$ 240</p>
<p><strong>Lot 21 Pinot Noir 2010</strong> um pinot com toda a<br />
tipicidade da uva e sem excessos de madeira. Frutas vermelhas, húmus,<br />
violeta, taninos suaves e boa acidez. R$ 161</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enfim, é uma sorte ter um vizinho com tantos vinhos ícones como o<br />
Chile. Pode não ser um &#8220;vizinho de porta&#8221;, mas está muito próximo, o que<br />
faz com que seus ícones sejam imbatíveis, os de melhor relação preço x<br />
qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1085/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1085&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Champanhe de negociant ou champanhe de recoltant? Escolha o seu</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 10:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como se faz o vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[champagne]]></category>
		<category><![CDATA[champanhe]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você não sabe dizer a diferença entre um e outro, não se preocupe você está com a maioria. O champanhe com o qual o mundo inteiro brinda vitórias e celebra aniversários é o champanhe de negociant, em português de &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/11/03/champanhe-de-negociant-ou-champanhe-de-recoltant-escolha-o-seu/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1077&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/avize.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1078" title="avize" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/avize.jpg?w=300&#038;h=291" alt="" width="300" height="291" /></a>Se você não sabe dizer a diferença entre um e outro, não se preocupe você está com a maioria. O champanhe com o qual o mundo inteiro brinda vitórias e celebra aniversários é o champanhe de <strong><em>negociant</em></strong>, em português de negociantes.</p>
<p>Na Champanhe francesa, é centenário e tradicional o costume: os negociantes compram uvas para fazer seus champanhes.</p>
<p>Você já deve ter observado, por exemplo, que o champanhe da Veuve Clicquot Rótulo Amarelo é igual ou bastante semelhante ao de anos anteriores. Para conseguir esta proeza – afinal um ano nunca é igual ao outro &#8211; os negociant produzem seus champanhes com um blend de vinhos base de anos diferentes, de modo a obter uma bebida que corresponda ao perfil da casa. Ora, isto somente se consegue quando você tem <em>o$ meio$</em> para comprar uvas dos que plantam e colhem, ou seja, dos <strong><em>recoltants</em></strong> (récolte=colheita) além de ter recursos para conservar adequadamente em cavas os milhares de litros de vinhos base de anos diversos.</p>
<p>Casas como Veuve Clicquot e Möet et Chandon colocam no mercado mundial milhares de caixas de seus champanhes. São negociants. E como a maioria dos negociant dos dias de hoje, essas maisons, além de comprarem, também têm seus próprios vinhedos.</p>
<p>Graças a esta abundância de uvas de vinhedos e qualidades diversas, elas podem elaborar champanhes de níveis diferentes de qualidade, desde aquela para se bebericar na piscina como a <strong>Veuve Clicquot Yelloy Label</strong> com um cooler charmoso para você levar à praia ou piscina até uma Vintage que é algo especialíssimo, o champanhe na sua melhor expressão e complexidade, como por exemplo, a <strong>Vintage 2002 Moet Chandon</strong> que já foi matéria no meu website Vinho &amp; Gastronomia. <strong>www.vinhoegastronomia.com.br</strong> ( que está sorteando uma garrafa de Caballo Loco nº12 para quem se cadastrar para receber a newsletter)</p>
<h3><strong>Champanhe de recoltant</strong></h3>
<p>De alguns anos para cá os recoltants começaram a produzir seus próprios champanhes. Muitos deles – sem recursos financeiros para montar sua própria cantina onde vinificar seus vinhos base – uniram-se em cooperativas para ali produzirem seus champanhes.</p>
<p>Champanhes de recoltant geralmente são safrados, i.e., trazem o ano de produção no rótulo. E por quê? Porque não tem vinhedos e uvas suficientes para fazerem blends de anos diversos. Daí que seu champanhe seja como vinho, reflete o terroir de onde vem e o ano em que foi colhido.</p>
<h3><strong>Como identificar o negociant e o recoltant?</strong></h3>
<p>Elementar! Basta procurar no rótulo duas letrinhas minúsculas, quase envergonhadas: NM e RM: negociant manipulant e recoltant manipulant.</p>
<h3><strong>Champanhes Artesanais</strong></h3>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/marcelo2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1079" title="Marcelo2" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/11/marcelo2.jpg?w=177&#038;h=300" alt="" width="177" height="300" /></a>Pois agora o brasileiro já tem a chance de provar champanhes artesanais, elaborados pelo próprio recoltant. Quem traz essas raridades é Marcelo Yubiku da jovem importadora Hedoniste, especializada em champanhes.</p>
<p>A Hedoniste traz três produtores: Franck Bonville, Michel Arnould e Lamblot. São champanhes artesanais, elegantes, de boa mineralidade e acidez.</p>
<p>Franck Bonville, com vinhedos Grand cru, situado na Côte des Blancs, a melhor sub-região para chardonnay na Champanhe. O champanhe de entrada deles é o <strong>Franck Bonville Brut Sélection</strong>, fresco, equilibrado, bela mousse e textura.  <strong>Franck Bonville Millésime 2005 </strong>foi o champanhe servido na entrega no prêmio Nobel de 2010, macio, arredondado, longo final e bela mineralidade e acidez.</p>
<p>Michel Arnould Extra Brut é um champanhe de entrada 100% pinot noir muito elegante, mineral e delicada e a Michel Arnould Brut Tradition apresenta maciez, frutas brancas, certa doçura. Michel Arnould Carte D’Or Millésime 2004 é uma beleza de champanhe: cremosa, arredondada, elegante e prazerosa. <a href="http://www.hedoniste.com.br/">www.hedoniste.com.br</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1077/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1077/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1077/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1077/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1077/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1077/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1077/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1077/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1077/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1077/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1077/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1077/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1077/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1077/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1077&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As novidades do Caballo Loco</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 18:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caballo Loco]]></category>
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		<description><![CDATA[Caballo Loco nº 13 já será uma novidade que deve chegar em breve (degustei em Santiago em agosto  e estava fantástico, frutas negras, especiarias, taninos firmes e bem resolvidos), mas Rogério D&#8217;Avila da Ravin garante que vem mais aí pela &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/28/as-novidades-do-caballo-loco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1069&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/foto_detalle_1809-jpg.gif"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1070" title="foto_detalle_1809.jpg" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/foto_detalle_1809-jpg.gif?w=115&#038;h=150" alt="" width="115" height="150" /></a>Caballo Loco nº 13</strong> já será uma novidade que deve chegar em breve (degustei em Santiago em agosto  e estava fantástico, frutas negras, especiarias, taninos firmes e bem resolvidos), mas Rogério D&#8217;Avila da Ravin garante que vem mais aí pela frente. Estive ontem na Ravin para ver como está a nova sede da Ravin e para comunicar a Rogério D&#8217;Avila que o <strong>Vinho &amp; Gastronomia</strong>, de nova cara e ainda mais conteúdo, selecionou o <strong>Caballo Loco nº 12</strong> para sortear entre os cadastrados de sua newsletter (e os que vierem a se cadastrar). Aproveitei para comprar uma caixa de Marchesi di Frescobaldi ( Nipozzano Reserva Chianti e Tenuta di Castiglioni) cujos vinhos estão magníficos.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/28/as-novidades-do-caballo-loco/"><img src="http://img.youtube.com/vi/X5YKZ22ESaM/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>A Ravin está charmosíssima na nova sede e o Gordo Ravin fazendo as honras e a recepção dos visitantes. Ele não saltou no meu colo, porque é muito educado, mas se aboletou aos meus pés muito confortavelmente. Este Gordo além entender de vinho, entende de bem receber.</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/dscn4055.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-1071" title="DSCN4055" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/dscn4055.jpg?w=461&#038;h=614" alt="" width="461" height="614" /></a>Rogério ofereceu-me para degustar um vinhaço late harvest da Africa do Sul, da famosa e antiquíssima vinícola Groot Constantia de 1685, o <strong>Grand Constance 2008</strong>. Um vinho de visual acobreado, harmonioso, equilibrado entre acidez e doçura, uma beleza. De repente, quem sabe, após o <strong>Caballo Loco nº 12</strong>, o Vinho &amp; Gastronomia não seleciona este belo <strong>Grand Constance 2008 </strong>para o próximo sorteio entre os cadastrados na newsletter. Conheça o website: <a href="http://www.vinhoegastronomia.com.br">www.vinhoegastronomia.com.br</a> e cadastre-se, quem sabe você leva o Caballo Loco nº12!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1069/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1069&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>To be or not to be : o que faz uma safra ser vintage?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 13:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como se faz o vinho]]></category>
		<category><![CDATA[enoturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Brevot]]></category>
		<category><![CDATA[Moet et Chandon]]></category>
		<category><![CDATA[Vintage]]></category>

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		<description><![CDATA[Está aí uma pergunta – o que faz um champanhe ser vintage?- que a resposta fácil e batida, de que se trata de um ano melhor do que os outros, não responde. Até a manhã da segunda-feira passada, dia 10 &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/16/to-be-or-not-to-be-o-que-faz-uma-safra-ser-vintage/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1055&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet6.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1056" title="moet6" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet6.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Está aí uma pergunta – o que faz um champanhe ser<br />
vintage?- que a resposta fácil e batida, de que se trata de um ano melhor do que os outros, não responde.</p>
<p>Até a manhã da segunda-feira passada, dia 10 de<br />
outubro, eu me contentava com esta resposta vazia. E nem sabia do mundo de arte, técnica e paixão ocultas dentro das caves que eu iria visitar logo mais. Saí cedo,<br />
uma hora antes preocupada com o trânsito, que trânsito?!, para vencer os 29 km que separam Reims, onde me hospedava, de Epernay onde está a <strong>Moët et Chandon</strong> há 250 anos.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/16/to-be-or-not-to-be-o-que-faz-uma-safra-ser-vintage/"><img src="http://img.youtube.com/vi/MT3RhRpdsYA/2.jpg" alt="" /></a></span>
<blockquote><p><strong>Vintage: to be or not to be. Os porquês e os quandos.</strong></p></blockquote>
<p>Por trás de uma vintage há muito mais do que simplesmente um ano bom, melhor do que os outros como se costuma explicar. Pelo menos na Moet. E <strong>Marc Brevot</strong>, enólogo do time da casa, revela com emoção e paixão contidas, mas perceptíveis no vídeo, os <em>porquês</em> e os <em>quandos </em>dessa importante decisão.</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/caves4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1057" title="caves4" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/caves4.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Foi fantástico poder captar numa descida às caves da Moet Chandon toda a paixão e entusiasmo que existem por trás do cuidado, da organização estabelecidos no 29 km de caves, a mesma distancia entre Reims e Epernay! Por trás da “vitrine” de fundos de garrafas, escondem-se oito metros<br />
de profundidade e ali repousam, em cada nicho!,  por volta de 30 mil garrafas de champanhe, criando aroma, complexidade, sonhos, emoção e delicadeza.</p>
<p>Em algum lugar desse labirinto, está o <strong>Grand<br />
Vintage Reserve</strong>, um lugar especial onde repousam os champanhes <strong>vintage</strong>, feitos não apenas ou exatamente porque era um ano especial como se costuma generalizar, mas porque naquela safra daquele ano uma casta, um climat, um<br />
aroma se sobressai de uma forma especial, diversa e sem comparações com as outras<br />
safras e transforma o champanhe daquele ano em algo mais do que especial:<br />
único, diferente. “<em><strong>Porque o que é especial sobre uma vintage é sempre a</strong></em><br />
<em><strong>recriação do know how da Moet Chandon e esta peça única, a vintage que não vai </strong></em><em><strong>se parecer com nenhuma outra que esteja lá</strong></em>”, comenta Brevot.  Na Moet entra para o “rol da fama” (a sequência luminosa de datas da foto), a lista histórica de todas as vintages, apenas a safra que traz algo interessante, muito especial e único, sem similar às outras vintages, algo específico daquela safra, intangível pelas palavras, mas ao<br />
alcance das sensações e que vale a pena compartilhar com as pessoas, como diz<br />
Marc Brevot em inglês no vídeo. A primeira é de 1842 e por ora a última será a<br />
de 2002.</p>
<blockquote><p><strong>Arte e artesanato</strong></p></blockquote>
<p>Sempre se pensa em enólogo como técnico, nunca como chef, o artista capaz de criar. Pois lá no escuro das caves, degustando as vintages 2002 e 1992, pude observar a paixão e a intensidade com que Marc Brevot fala de champanhe. Não há dúvidas: por trás de um enólogo pode estar, e na Moet está, um artesão, um artista comprometido com a arte. Que outra coisa não é a arte senão fazer com talento e técnica (e um sopro de inspiração) o belo e o único? E de quebra, no caso do enólogo, com desprendimento e consciência do caráter fugidio, borbulhante de sua arte que se esvai nos segundos de um gole prazeroso.</p>
<blockquote><p><strong>Degustação</strong></p></blockquote>
<p>Na <strong>Grand Vintage Reserve </strong>degustamos:</p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet5.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1058" title="moet5" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet5.jpg?w=127&#038;h=150" alt="" width="127" height="150" /></a>Non vintage <strong>Moet et Chandon Imperial</strong>, característica da casa, cheia de vitalidade e brilho, uma bela mousse, fresca, aromas de frutas brancas, pera, borbulhas finíssimas, persistentes e mínimas.</p>
<p><strong>Moet et Chandon Imperial Rosé</strong>, com termovinificação da pinot meunier, é um champanhe extrovertido, expansivo, muito franco. Aromas de frutas de verão. Alegre, fina e elegante.</p>
<p><strong><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet71.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1065" title="moet7" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet71.jpg?w=150&#038;h=112" alt="" width="150" height="112" /></a> Moet et Chandon Vintage 2002 </strong>é evoluído, aveludado. É como uma onda, uma vaga que quebra na praia. Este vintage de início é grande, potente e à medida que chega à praia, se quebra e se desmancha na boca como a espuma na praia. E ali se mantêm a essência do vinho e da fruta. Em suma complexo e<br />
aberto. Acompanhou com graça o foies gras com peixe (podem se admirar, ficou ótimo) do almoço que a Moet amavelmente me ofereceu.</p>
<p><strong><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet9.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1060" title="moet9" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet9.jpg?w=112&#038;h=150" alt="" width="112" height="150" /></a> Moet et Chandon Vintage 1992 </strong>é mais potente, mais complexo, generoso, magnífico. Aromas de ervas de Provence, um toque defumado. Potente, por ser um champanhe de safra mais antiga, permite uma cuisine também mais potente: carne vermelha.<br />
Acompanhou muito bem o cervo, figo e castanhas que o chef gentilmente cortou para mim, pois eu estava com o braço quebrado de uma queda, literal, do cavalo.</p>
<p><strong><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet91.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1061" title="moet91" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/moet91.jpg?w=112&#038;h=150" alt="" width="112" height="150" /></a> Moet et Chandon Vintage Rosé 2002, </strong>que também<strong> </strong>acompanhou a sobremesa do almoço, tem maior complexidade que a Imperial Rosé e suas <em>berries</em>, vão das vermelhas às negras. Um vinho sedutor, mais quente, mais floral, aromas de botões de rosas, glamoroso e elegante.</p>
<p>Os champanhes, me deu a dica Brevot, devem ser tomados a 12ºC, i.e., a garrafa a 10ºC para que o líquido venha a 12ºC e revele as nuanças e sutilezas todas.</p>
<p>Retornei ao Brasil no dia seguinte, e para não cometer a mesma desastrosa falha de Napoleão, comprei um <strong>Moet  Chandon Vintage 2002</strong> para me garantir nas batalhas<br />
da vida e, quem sabe, nunca mais quebrar o braço. E ao chegar, já tomada de saudades de um bom Moet Chandon Imperial, “se me dei de consolo” um almoço no bistrô <strong>Chef Rouge</strong>, onde se pode tomar<strong> Moet Chandon Imperial</strong> em taça e também comprar a garrafa a preço de loja.</p>
<p>Silvia Cintra Franco viajou às próprias expensas, de braço quebrado e valeu muito a pena. Visitas à Moet et Chandon podem ser reservadas pela internet: <a href="http://www.moetchandon.com">www.moetchandon.com</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1055/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1055/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1055/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1055/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1055/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1055/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1055/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1055/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1055/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1055/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1055/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1055/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1055/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1055/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1055&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Degustação de espanhóis top de gama na Grand Cru Moema neste sábado</title>
		<link>http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/14/degustacao-de-espanhois-top-de-gama-na-grand-cru-moema-neste-sabado/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 15:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[grand cru moema]]></category>

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		<description><![CDATA[Grand Cru Moema promoverá apresentação  aberta ao público de novos rótulos pontuados por Robert Parker neste sábado (15) em degustação cortesia com novidades da Espanha. Já tradicionalmente conhecida por promover degustações cortesia no último sábado de cada mês, a Grand &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/14/degustacao-de-espanhois-top-de-gama-na-grand-cru-moema-neste-sabado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1051&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;" align="center"><span style="font-family:Calibri, Verdana, Helvetica, Arial;"><span style="font-size:medium;"><em>Grand Cru Moema promoverá apresentação  aberta ao público de novos rótulos pontuados por Robert Parker neste sábado (15) em degustação cortesia com novidades da Espanha.<br />
</em></span></span><span style="font-family:Calibri, Verdana, Helvetica, Arial;"><span style="font-size:x-small;"><br />
</span>Já tradicionalmente conhecida por promover degustações cortesia no último sábado de<br />
cada mês, a Grand Cru Moema (Alameda dos Nhambiquaras, 614) vai aproveitar a<br />
chegada de novos rótulos espanhóis ao portfolio para apresentá-los aos clientes.<br />
A degustação é gratuita e acontece neste sábado (15), no período da manhã. Todos<br />
os rótulos a serem apresentados receberam boas pontuações do critico Robert<br />
Parker.</span></p>
<p>Na wine list:</p>
<p>Real Aragon 2008 &#8211; RP 91<br />
Pieza El<br />
Caidero 2008 &#8211; RP 91<br />
Pieza El Coll 2008 &#8211; RP 90<br />
Mil Campos Vinhas Velhas<br />
2007 &#8211; RP 92<br />
Embocadero 2009 &#8211; RP 92<br />
Xebec 2008 &#8211; RP 92<br />
<span style="font-size:x-small;"><br />
</span><strong>Serviço:<br />
Degustação: Novidades Espanholas<br />
Pontuadas<br />
Local: Grand Cru Moema – Alameda dos Nhambiquaras, 614 –<br />
Moema<br />
Horário: das 10h às 13h<br />
Telefone: 3624-5819<br />
<a href="void(0);">www.grandcrumoema.com.br</a><br />
</strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"><br />
</span></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1051/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1051/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1051/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1051/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1051/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1051/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1051/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1051/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1051/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1051/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1051/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1051/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1051/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1051/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1051&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Navio que bateu em recifes na N.Zelandia leva 4mil caixas de vinho agora em risco</title>
		<link>http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/13/navio-que-bateu-em-recifes-na-n-zelandia-leva-4mil-caixas-de-vinho-agora-em-risco/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 08:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Zelandia]]></category>
		<category><![CDATA[Rena]]></category>

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		<description><![CDATA[O cargueiro Rena  que bateu num recife no norte da Nova Zelândia na semana passada (5 de outubro)tinha uma carga de 4 mil caixas de vinho num valor de £400.600! Até o momento já vazaram 350 toneladas de óleo (um &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/10/13/navio-que-bateu-em-recifes-na-n-zelandia-leva-4mil-caixas-de-vinho-agora-em-risco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1047&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/rena.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1048" title="Rena" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/10/rena.jpg?w=300&#038;h=186" alt="" width="300" height="186" /></a>O cargueiro Rena  que bateu num recife no norte da Nova Zelândia na semana passada (5 de outubro)tinha uma carga de 4 mil caixas de vinho num valor de £400.600! Até o momento já vazaram 350 toneladas de óleo (um desastre ecológico) e pelo jeito como seguem as coisas, teremos um desastre enológico, em suma uma tragédia ambiental enoecológica. É torcer para que o povo da Nova Zelândia consiga resolver o problema. Fonte: Decanter.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1047/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1047/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1047/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1047/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1047/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1047/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1047/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1047/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1047/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1047/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1047/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1047/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1047/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1047/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1047&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rena</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Mendel Finca Remota Malbec vinhos para guarda para quem aguenta esperar!</title>
		<link>http://silviafranco.wordpress.com/2011/09/24/mendel-finca-remota-malbec-vinhos-para-guarda-para-quem-aguenta-esperar/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 17:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviafranco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como se faz o vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[finca remota]]></category>
		<category><![CDATA[malbec]]></category>
		<category><![CDATA[mendel]]></category>
		<category><![CDATA[otavio piva]]></category>
		<category><![CDATA[roberto de la mota]]></category>

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		<description><![CDATA[A Expand apresentou uma vertical com a safras 2006 a 2009. Otavio Piva da Expand tanto insistiu que Roberto de la Mota, enólogo da Finca Remota, vinícola argentina de Mendoza,  veio ao Brasil para apresentar seu Mendel Malbec, um vinhaço &#8230; <a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/09/24/mendel-finca-remota-malbec-vinhos-para-guarda-para-quem-aguenta-esperar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1043&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Expand apresentou uma vertical com a safras 2006 a 2009. </em></p>
<p><a href="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/09/mendel2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1044" title="mendel2" src="http://silviafranco.files.wordpress.com/2011/09/mendel2.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Otavio Piva da <strong>Expand</strong> tanto insistiu que Roberto de la Mota, enólogo da <strong>Finca Remota</strong>,<br />
vinícola argentina de Mendoza,  veio ao Brasil para apresentar seu <strong>Mendel Malbec</strong>, um vinhaço<br />
carnudo e sedoso, a melhor expressão da malbec argentina. Vale a pena conferir a entrevista de Roberto de la Mota. São vinhas velhas de um single vineyard.</p>
<p>Os vinhos Mendel são reconhecidos por alguns dos mais respeitados críticos e revistas do<br />
setor como Robert Parker, Jancis Robinson, Wine Spectator, Robb Report,<br />
Decanter e Wine Enthusiast, que degustaram e avaliaram-nos como um dos melhores<br />
vinhos da Argentina e do mundo.<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://silviafranco.wordpress.com/2011/09/24/mendel-finca-remota-malbec-vinhos-para-guarda-para-quem-aguenta-esperar/"><img src="http://img.youtube.com/vi/2NDoLAr63-U/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Provamos uma<br />
vertical do vinho Mendel Finca Remota Malbec das safras 2006, 2007, 2008 e 2009.<br />
O <strong>Mendel Finca Remota Malbec 2006</strong><br />
estava jovem ainda, um adolescente, saboroso e encorpado, provando que os<br />
vinhos de Roberto de la Mota estão prontos, mas podem ser guardados por<br />
décadas. O <strong>Mendel Finca Remota Malbec<br />
2007 </strong>está redondo, fantástico, entretanto não há muitas garrafas mais. Se<br />
você topar com alguma em loja especializada, não deixe escapar! E o <strong>Mendel Finca Remota Malbec 2008 e Mendel<br />
Finca Remota Malbec 2009 </strong>apesar de jovens, estão igualmente prontos embora<br />
prometam um longo envelhecimento. Mas por que se dar ao trabalho de esperar ?</p>
<p><strong>Mendel Finca Remota Malbec </strong> é importação da Expand.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/silviafranco.wordpress.com/1043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/silviafranco.wordpress.com/1043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/silviafranco.wordpress.com/1043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/silviafranco.wordpress.com/1043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/silviafranco.wordpress.com/1043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/silviafranco.wordpress.com/1043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/silviafranco.wordpress.com/1043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/silviafranco.wordpress.com/1043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/silviafranco.wordpress.com/1043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/silviafranco.wordpress.com/1043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/silviafranco.wordpress.com/1043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/silviafranco.wordpress.com/1043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/silviafranco.wordpress.com/1043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/silviafranco.wordpress.com/1043/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=silviafranco.wordpress.com&amp;blog=13598574&amp;post=1043&amp;subd=silviafranco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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